Como obter o Módulo de Resiliência e Coeficiente de Poisson

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Fonte: Autor desconhecido

O módulo de resiliência é a relação entre a tensão aplicada no material e a deformação sofrida, sendo a capacidade de um material não continuar deformado após cessar a aplicação da carga.

Esse parâmetro é normalmente determinado de duas maneiras, no laboratório ou em campo. Quando a determinação ocorre em campo ela é por retroanálise, ou seja, analisando a deformação que o material vem sofrendo na aplicação do tráfego. No laboratório a determinação ocorre pela relação entre tensão aplicada e deformação sofrida em um corpo de prova.

Os 3 tipos de Tratamentos Superficiais

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Fonte: Autor desconhecido

Os tratamentos superficiais consistem na mistura de agregados e de ligantes asfálticos, sem a mistura prévia dos materiais. Ou seja, os materiais são sobrepostos na pista e compactados para garantir a adesão entre ligante e agregado.

Os tratamentos superficiais são misturas para tráfego leve e apresentam pequena espessura. São aplicados três tipos de tratamentos superficiais, sendo eles:

Saiba quais são os principais elementos na Área de Pouso de Aeroportos

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A área de pouso é idealizado com um conjunto de elementos visando estabelecer a segurança, dentre eles a área de circulação de aeronaves, as pistas de pouso e decolagem.

A Área de Circulação de Aeronaves é um conjunto de pistas de rolamento ou de táxi, pistas de saída de táxi e pátios de espera. As Pistas de Pouso e Decolagem tem função de estabelecer uma conexão entre a fase de voo e a fase terrestre. As pistas possibilitam acelerar e desacelerar com segurança.

Conheça os Tipos das Pistas em Aeroportos

Os aeroportos podem apresentar diferentes tipos de pistas para que esse atenda a demanda. Em alguns casos, em função da área disponível no aeroporto, as pistas precisam se cruzar. Abaixo, destacamos os tipos de pistas de pouso e decolagem e suas principais características.

As pistas simples são aquelas com menor capacidade operacional, e são empregadas quando a demanda do aeroporto é baixa. A capacidade desse tipo de pista está entre 45 e 100 operações por hora quando operados em VFR e de 40 a 50 quando operados em IFR. A Figura 1 ilustra a pista simples.

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Figura 1 – Pistas Simples. Fonte: http://www.transportabrasil.com.br/

A Capacidade das Pistas de Aeroportos

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As pistas em aeroportos podem apresentar diversas configurações, dependendo das direções predominantes do vento ou do tráfego. A configuração corresponde a forma como as pistas estão dispostas na área do aeroporto.

O número de pistas de um aeroporto depende da demanda prevista, já a disposição das condições meteorológicas. Além disso, deve ser estudado a configuração do TPS e das pistas, como forma de poupar combustível e também de agilizar os aspectos operacionais no aeroporto.

Como realizar a dosagem de misturas asfálticas pelo Método Marshall

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Fonte: http://asfaltodequalidade.blogspot.com

Dosar uma mistura asfáltica consiste em determinar um teor ótimo de ligante asfáltico para uma determinada faixa granulométrica, a qual é previamente definida. Segundo Bernucci, Motta, Ceratti e Soares (2008), durante a evolução dos procedimentos de dosagem, diversas formas de compactação de amostras vêm sendo desenvolvidas. Dependendo do sistema a compactação pode ser realizada através de impacto, amassamento, vibração ou rolagem.

O que são os números na cabeceira de pistas de pouso e decolagem?

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Ao projetar uma pista de pouso e de decolagem devemos levar em consideração, principalmente, as direções do vento. A direção do vento influencia na operação aeroportuária. Dessa forma, as pistas devem ser orientadas conforme a direção principal dos ventos utilizando um Anemograma.

As medições indicadas no Anemograma deve ter como base os ocorridos ao longo de pelo menos, 5 anos. Isso é necessário para um bom projeto e consequentemente para que as pistas de pouso e decolagens não sejam construídas com base em orientações errôneas. 

Como dimensionar Pavimentos flexíveis pelo Método da AASHTO (1993)

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Em 1981 o DNER apresentou um método de dimensionamento de pavimentos flexíveis que é baseado em resultados do United States Army Corps of Engineers (USACE) e em conceitos obtidos da pista experimental da AASHO. Esse método, além de ser o apresentado aos graduandos em Engenharia, também é um dos mais utilizados pelos Engenheiros no Brasil enquanto o “novo método” de dimensionamento mecanístico-empírico é desenvolvido pelo DNIT.

Entretanto, em 1993 a AASHTO apresentou o seu método de dimensionamento de pavimentos flexíveis, como uma atualização ao método anterior da AASHTO, no qual a base do método também é empírica e resultado da pista experimental da AASHO. Essse método apresenta como principais parâmetros de análise os seguintes itens:

Análise da Equivalência estrutural em Pavimentos Asfálticos

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O método de dimensionamento do DNER (1981) busca atender o parâmetro de ruptura do material de subleito medido no ensaio CBR. Com isso, o modelo para avaliações e espessuras está relacionado com a diminuição de tensões cisalhantes no subleito e, de forma implícita, diminui as deformações no topo da camada de subleito. As avaliações de tração na fibra inferior do revestimento, e deflexões do topo de revestimento, não são considerados nesse método.

Com base no dimensionamento de pavimentos flexíveis do DNER é possível variar as espessuras do pavimento, sendo que o método apresenta certas recomendações de espessuras do revestimento com base no número de repetições do eixo padrão. Por apresentar um fator de equivalência entre materiais, acaba possibilitando diminuir espessura de materiais mais custosos, como os betuminosos, e aumentar a espessura de materiais granulares para compensar essa diminuição.

Como avaliar a condição dos pavimentos no Pavement Condition Index

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Recentemente apresentamos a Avaliação Funcional dos Pavimentos, como um modo de avaliar as condições de serventia dos pavimentos. Esse artigo, tem por objetivo apresentar um modo de avaliar os pavimentos: O Índice de Condição do Pavimento ou Pavement Condition Index.