O que é um Reforço estrutural em Pavimentos asfálticos

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http://www.maceio.al.gov.br/

Quando um pavimento não desempenha mais sua função estrutural ou funcional é necessária a aplicação de uma nova camada de rolamento. Essa camada de rolamento aplicada sobre a camada de pavimento existe, ou recapeamento, é chamado de reforço do pavimento.

O novo revestimento que será aplicado proporciona uma melhoria estrutural e no rolamento. O dimensionamento de um reforço pode ser realizado através de diversas metodologias como por exemplo: Método da resistência (CBR), Método DNER-PRO B, Método do Asphalt Institute e outros. A Figura 1 ilustra um processo de fresagem e recapeamento.

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Figura 1 – Processo de recapeamento. Fonte: http://agencia.sorocaba.sp.gov.br

No dimensionamento do reforço é necessário alguns critérios de dimensionamento. O primeiro critério é o da resistência e considera a capacidade portante das camadas e do subleito, para assim determinar uma nova camada de revestimento que seja capaz de proteger o subleito e as demais camadas.

O segundo critério é o da deformabilidade da estrutura existe. Esse critério está ligado a dimensionar uma espessura de reforço onde os níveis de deformação, e a capacidade da nova camada, resistam a uma degradação estrutural e serventia. O critério da deformabilidade se preocupa com um limite de deslocamento vertical, de modo que não se manifestem deformações permanentes antes de um dado número de aplicações da carga. O terceiro critério é o da ruptura considerando pavimentos em relação a serventia e o desempenho.

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Fontes:

BALBO, José Tadeu, “PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA: Materiais, projeto e restauração”. São Paulo, 2007.

BERNUCCI, L.B; MOTTA, L.M.G; CERATTI, J.A.P; SOARES, J.B. “PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA: Formação básica para Engenheiros”. Rio de Janeiro, 2008.

Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. “AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DOS PAVIMENTOS FLEXÍVEIS”. 1979.

PEIXOTO, Creso de Franco; “GENERALIDADES DE PAVIMENTAÇÃO RODOVIÁRIA”. Rio Claro, 2003.

PRIETO, Valter; “NOTAS DE AULA – SUPERESTRUTURA RODOVIÁRIA”. Centro Universitário da FEI. São Bernardo do Campo, 2016.

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